segunda-feira, janeiro 22, 2007

Enfim, somos comunicólogos.

Ao menos foi o que um paraninfo uma vez me disse. Então, porque não adicionarmos a linguagem corporal aos nossos conhecimentos?



Então era isso que ela queria dizer? Ah! Claro.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Casos da Vida Real: Slash




Saul Hudson nasceu em Stoke-on-Trent, Inglaterra em 23 de Julho de 1965, filho de dois artistas. Se mudou para Los Angeles, Califórnia/EUA aos 11 anos. Aos 12 sua avó deu sua primeira guitarra, o que resultou em uma queda em seu rendimento escolar. Assim, saiu da escola e formou o Road Crew com o colega e baterista Steven Adler.
Quando conheceu Axl Rose, Axl precisava de um guitarrista , Slash foi voluntário e se juntou ao Guns N' Roses.
Slash era um grande viciado em heroína e cocaína, sexo e cigarro. Também era acostumado a tomar quase uma garrafa de Jack Daniel's (whisky) por dia. Durante uma overdose em um hotel, seu pulso parou e só o ressucitaram injetando adrenalina. Teve que escolher entre a heroína e o Guns N' Roses, escolheu a banda.
Saiu do Guns N' Roses em 1996, alegando discussões com Axl Rose sobre novo álbum da banda. Este parecia ter sido o momento crítico. Apesar do líder do Guns N' Roses sempre ter sido Axl, Slash sempre foi lembrado e com certeza é tão famoso ou mais que Rose. Seu estilo será sempre lembrado pelos fãs, desde a inesquecível cartola até os seus belíssimos solos.
Atualmente cortou um pouco as longas madeixas e fez um comercial para um famoso desodorante. Largou o vício das drogas e sexo (segundo informações obtidas na festa de final de ano, após 2 shots de Fuego) mas ainda não se livrou do cigarro e bebida.
Trabalha na Fuego como redator utilizando, ora o codinome de seu whisky preferido, ora o do seu personagem do comercial de desodorante.

terça-feira, janeiro 16, 2007

Quem lembra disso?



Na época era tão legal, revendo hoje achei a coisa mais trash que já vi na vida, ou seja, está muito melhor agora.

terça-feira, janeiro 02, 2007

Procurados

Um por ser suspeito de cometer um assassinato (ou vários). O outro por não ter aparecido no trabalho.
Das duas, uma: ou os pedaços do meu corpo serão encontrados dentro de 1.000 latas de atum ralado ou começarei o ano desempregado.


quinta-feira, dezembro 21, 2006

Histórias Malcontadas II - versão natalina


A noite só não estava mais escura pois havia no céu (onde mais?) uma grande e brilhante estrela cuja luz patinava pelos lagos congelados da Lapônia (que não é um anagrama de Polônia). O frio era de fazer fogo pegar gripe, e de trincar o saco de quem não usava cueca de lã. Por falar em saco, a data era especial: véspera de Natal. Estava marcada para o dia seguinte a cesariana da mãe de Hagios Nikolaos, futuro bispo de Myra, na atual Turquia. Como apenas uma rena bêbada sabia, o pequeno Hagios mais tarde viria a se tornar um velho boa praça e amigo das crianças, eternizado como Saint Nicholas, Santa Claus ou apenas Santa para os entendidos.
Os pais de Nikolaos eram gregos, mas ele acabou nascendo na Lapônia pois na Grécia as parteiras não se entendiam - pareciam falar grego - e a operação corria um grande risco de dar errado. Ao nascer, porém, o pequeno e barbudo Nikolaos disse em alto e bom som - ainda que com uma voz meio efeminada - a célebre frase: ?Vinde a mim as criancinhas?. Em seguida pôs uma mão no saco e outra na nuca, deu umas reboladas meio estranhas e saiu da barriga da mãe andando para trás num passo nunca antes visto nem por Abraão nem por Abrantes, os enfermeiros de plantão.
Até hoje, dois mil e tantos anos depois, esta estranha história é passada de geração para geração através do arcaico sistema de telefone sem fio. Um sistema, digamos, não muito confiável e cheio de ruídos, que tranformou por exemplo uma irretocável melodia chamada "Just beat it" em uma sinistra (cheia de sinos, para os menos letrados) composição chamada "Jingle Bells". Acredite se quiser. E ho-ho-ho para todos.

Cão da Bona

Qualquer semelhança é mera coincidência.

Então o Mini quer treinar boxe para bater no Enzo?

Eu me sentiria injusto se não desse ao menos algumas dicas para a sobrevivência ao Mini. Portanto:



Assistindo ao vídeo algumas varias vezes, você talvez tenha alguma chance. Ok, ok, mínimas possibilidades então. Ah, quem estamos tentando enganar?

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Todo o balanço, gingado e suingue de Sid...

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quarta-feira, dezembro 13, 2006

Coitada da Isabela

Até agora esta é a minha aposta para a categoria comercial emotivo, com trilha triste e roteiro impactante para Cannes 2007.
Criação da DDB, Austrália.



PS: Isabela é filha da Ana, a mídia louca aqui da Fuego.

quarta-feira, dezembro 06, 2006